Brasiliense desaparece na França e mobiliza amigos e familiares

Gabriele da Silva Monteiro, de 33 anos, não é vista desde quinta-feira (23/7). Consulado do Brasil presta assistência aos familiares
A brasiliense Gabriele da Silva Monteiro, de 33 anos, está desaparecida desde as 16h30 (horário local) da quinta-feira (23/7), quando foi vista pela última vez no bairro de Debourg, em Lyon, na França. O caso mobiliza familiares e amigos, que fazem uma campanha nas redes sociais em busca de informações sobre o paradeiro da brasileira. Gabriele é formada em Engenharia pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e tem especialização na França. Além disso, ela mora no país desde 2017 com o marido francês e também engenheiro Florian Poutot, segundo informações da CNN. Leia mais: Não espere 24h: veja o que fazer em casos de desaparecimento no DF No dia do desaparecimento, Gabriele estaria arrumando as malas para uma viagem que faria na manhã seguinte, quando saiu de casa e foi vista pela última vez pela vizinha. Ela seguiria de carro com a amiga Livia Possi até a cidade de Rouen, onde participaria do casamento de uma amiga em comum. A saída estava prevista para as 9h de sexta-feira (24/7). Além disso, Gabriele teria saído de casa somente com as chaves, deixando celular e carteira em casa. Ainda de acordo com a CNN, após voltar do trabalho e perder contato com a mulher, Florian registrou o desaparecimento junto à polícia francesa poucas horas depois. As autoridades confirmaram aos familiares que uma investigação formal foi instaurada para apurar o caso. Em resposta ao Correio, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que acompanha o caso por meio do Consulado-Geral do Brasil em Marselha. 'O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Marselha, tem conhecimento do caso e presta assistência consular aos familiares da brasileira', informou a pasta. O Itamaraty disse ainda que o atendimento consular é realizado a partir do contato do cidadão ou, conforme a situação, de seus familiares, e que a atuação segue a legislação brasileira e internacional. O ministério afirmou também que, em respeito à privacidade e às normas da Lei de Acesso à Informação (LAI), não divulga informações pessoais nem detalhes sobre a assistência prestada aos brasileiros atendidos pelos consulados. Saiba Mais Mundo Motorista atropela multidão durante parada LGBTQIA+ em Berlim; uma pessoa morreu e 17 ficaram feridas Mundo O fazendeiro que quis abandonar o narcotráfico na Colômbia, mas não pôde Mundo Sem Michelle e com Milei, Flávio oficializa candidatura e promete que Bolsonaro subirá a rampa do Planalto em 2027
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