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Clipe de Marina Lima, 'Pretinha de Beverly Hills', capa nua: os melhores momentos do segundo episódio de 'Meu nome é Preta'

Clipe de Marina Lima, 'Pretinha de Beverly Hills', capa nua: os melhores momentos do segundo episódio de 'Meu nome é Preta'

A partir desta segunda-feira, entra no ar o segundo episódio de "Meu nome é Preta", série documental do Globoplay com a trajetória de Preta Gil, que morreu em 20 de julho de 2025. Esta parte se dedica a esquadrinhar a vida profissional dela, que começou com produção e direção de videoclipes e comerciais, antes de se lançar na música como cantora, e como ela rompeu barreiras sexuais e estéticas. Confira alguns dos melhores momentos do segundo episódio de "Meu nome é Preta". 'Oito dias chorando', festa com Gal Costa, expulsão da escola: os melhores momentos do primeiro episódio de 'Meu nome é Preta' Cauã Reymond fala sobre cenas de sexo de 'Jogada de risco': 'Não queria que fosse algo gratuito' Clipe de Marina Primeiro marido de Preta Gil, Otávio Muller (por quem ela se apaixonou quando ele interpretava Sardinha na versão original de "Vale tudo", de 1988) conta que conheceu "a Preta do clipe da Marina". É uma referência à participação dela no videoclipe da canção "Criança" (1991), de Marina Lima, que tem também Selton Mello. A "Marina Lima, que, aliás, é minha prima, me incentivava muito, me chamava para cantar em show, fazer backing vocal", disse Preta numa entrevista. Moradora do Copacabana Palace Otávio também detalha o tempo que o casal morou no Copacabana Palace, um dos hotéis mais luxuosos do Rio de Janeiro. Mas não porque tivessem dinheiro, muito pelo contrário. "Pintou uma permuta. Moramos lá por dois meses. A gente tinha um Fiat muito velho, que a gente deixava com o motorista do Copacabana Palace para ele guardar", diz Otávio, que já havia morado com Preta na casa da mãe e do pai dela. É com o papel de carta do hotel que Preta, ainda produtora e não cantora, escreve para a irmã Maria quando a mais nova fazia intercâmbio. A releitura a correspondência é momento emocionante. "Lembro bastante dessa época", diz Maria, com lágrimas nos olhos. "Logo depois ela engravidou do Fran (Francisco, o único filho)". Bastidores de clipe de Ivete Preta Gil teve papel importante no clipe "Carro velho", de Ivete Sangalo. A produção foi da Dueto Filmes, que tinha a filha de Gilberto Gil como sócia. A série mostra trechos dos bastidores da gravação, onde começou a amizade das duas. "Naquele dia, estabeleceu-se instantemente um elo", conta Ivete. "Eu falei para ela: 'acho que quero ser sua amiga para o resto da vida'. E ela disse: 'eu também'". Anos depois, Ivete emprestou o próprio estúdio para que Preta ensaiasse sua estreia como cantora. Preta diretora Com a produtora, Preta dirigiu dezenas de clipe, um deles com o próprio pai e a cantora Carla Visi, com a música "Só chamei porque te amo". A série mostra uma reportagem de TV com os bastidores da gravação no topo de um prédio. "Eu e meu pai estamos fingindo que nada está acontecendo, que eu sou uma diretora que ele nunca viu e não conheço ele", diz ela à repórter. Compulsão por compras O segundo marido Rafael Dragaud, a madrasta, Flora Gil, vários amigos e a própria Preta, em entrevistas recuperadas, fala do vício que ela tinha em comprar, especialmente itens de moda. Na época produtora, ela precisou ser interditada pelo pai para que os gastos fossem controlados pela família. "Lembro de ela ficar sem grana para pagar as coisas e ter que vender o apartamento dela, disse "Monique Gardenberg, sócia dela na produtora. "Ela estava levando uma vida acima do que ela podia gerar. Regina Casé, que a conheceu desde criança, contou que a chamava de "Pretinha de Beverly Hills" nessa época, em referência ao filme "As patricinhas de Beverly Hills". Início no karaokê Uma participação de Preta com Regina Casé no quadro de karaokê do "Domingão do Faustão" é outro ponto alto do segundo episódio, quando se mostrou todas as dificuldades que ela impôs a si própria para entrar na música ao contrário dos amigos, que não cansaram de incentivá-la. O pai, no entanto, não contribuiu com uma música para ela lançar na carreira. "Ela já tinha herdado uma carga simbólica importante. Ela precisava encaminhar a originalidade dela", diz Gil na série. "Ela precisava achar a turma dela nesse sentido (risos)". Capa nua A estreia, com o disco Prêt-à Porter, em 2003, e toda a polêmica em torno da capa do disco é um ponto importante do episódio. Na época, Preta deixou-se fotografar nua para estampar o álbum, o que gerou uma comoção na mídia, que sempre citava o fato de ela ser filha do então ministro da cultura. O próprio Gil é confrontado com sua reação na época, quando falou que a atitude dela foi desnecessária. "O único questionamento que fiz não era moral. Era muito fácil aquela coisa 'tira a roupa e pronto', isso significa já estar à frente. Eu lembro que Caetano dizia: 'o nu virou uma farda", disse o músico, admitindo que pode ter sido egoísta. Namorada A bissexualidade de Preta é mostrada com depoimentos de amigos, como Ivete Sangalo, que conta o dia que ela, chorando, disse que gostava de meninas e tinha medo de amiga se decepcionar com isso. "Tô nem aí, eu quero é te amar", conta Ivete, sobre o que falou para ela. Ana Carolina, que compôs "Sinais de fogo" para Preta, disse que ela tensionou o tempo em que viveu. "Abriu janelas de liberdade para muita gente", disse Ana.

Clipe de Marina Lima, 'Pretinha de Beverly Hills', capa nua: os melhores momentos do segundo episódio de 'Meu nome é Preta' Série documental do Globoplay esmiuça a trajetória da artista Por O Globo — Rio de Janeiro Atualizado A partir desta segunda-feira, entra no ar o segundo episódio de "Meu nome é Preta", série documental do Globoplay com a trajetória de Preta Gil, que morreu em 20 de julho de 2025. Esta parte se dedica a esquadrinhar a vida profissional dela, que começou com produção e direção de videoclipes e comerciais, antes de se lançar na música como cantora, e como ela rompeu barreiras sexuais e estéticas. Confira alguns dos melhores momentos do segundo episódio de "Meu nome é Preta". Clipe de Marina Primeiro marido de Preta Gil, Otávio Muller (por quem ela se apaixonou quando ele interpretava Sardinha na versão original de "Vale tudo", de 1988) conta que conheceu "a Preta do clipe da Marina". É uma referência à participação dela no videoclipe da canção "Criança" (1991), de Marina Lima, que tem também Selton Mello. A "Marina Lima, que, aliás, é minha prima, me incentivava muito, me chamava para cantar em show, fazer backing vocal", disse Preta numa entrevista. Moradora do Copacabana Palace Otávio também detalha o tempo que o casal morou no Copacabana Palace, um dos hotéis mais luxuosos do Rio de Janeiro. Mas não porque tivessem dinheiro, muito pelo contrário. "Pintou uma permuta. Moramos lá por dois meses. A gente tinha um Fiat muito velho, que a gente deixava com o motorista do Copacabana Palace para ele guardar", diz Otávio, que já havia morado com Preta na casa da mãe e do pai dela. É com o papel de carta do hotel que Preta, ainda produtora e não cantora, escreve para a irmã Maria quando a mais nova fazia intercâmbio. A releitura a correspondência é momento emocionante. "Lembro bastante dessa época", diz Maria, com lágrimas nos olhos. "Logo depois ela engravidou do Fran (Francisco, o único filho)". Bastidores de clipe de Ivete Preta Gil teve papel importante no clipe "Carro velho", de Ivete Sangalo. A produção foi da Dueto Filmes, que tinha a filha de Gilberto Gil como sócia. A série mostra trechos dos bastidores da gravação, onde começou a amizade das duas. "Naquele dia, estabeleceu-se instantemente um elo", conta Ivete. "Eu falei para ela: 'acho que quero ser sua amiga para o resto da vida'. E ela disse: 'eu também'". Anos depois, Ivete emprestou o próprio estúdio para que Preta ensaiasse sua estreia como cantora. Preta diretora Com a produtora, Preta dirigiu dezenas de clipe, um deles com o próprio pai e a cantora Carla Visi, com a música "Só chamei porque te amo". A série mostra uma reportagem de TV com os bastidores da gravação no topo de um prédio. "Eu e meu pai estamos fingindo que nada está acontecendo, que eu sou uma diretora que ele nunca viu e não conheço ele", diz ela à repórter. Compulsão por compras O segundo marido Rafael Dragaud, a madrasta, Flora Gil, vários amigos e a própria Preta, em entrevistas recuperadas, fala do vício que ela tinha em comprar, especialmente itens de moda. Na época produtora, ela precisou ser interditada pelo pai para que os gastos fossem controlados pela família. "Lembro de ela ficar sem grana para pagar as coisas e ter que vender o apartamento dela, disse "Monique Gardenberg, sócia dela na produtora. "Ela estava levando uma vida acima do que ela podia gerar. Regina Casé, que a conheceu desde criança, contou que a chamava de "Pretinha de Beverly Hills" nessa época, em referência ao filme "As patricinhas de Beverly Hills". Início no karaokê Uma participação de Preta com Regina Casé no quadro de karaokê do "Domingão do Faustão" é outro ponto alto do segundo episódio, quando se mostrou todas as dificuldades que ela impôs a si própria para entrar na música ao contrário dos amigos, que não cansaram de incentivá-la. O pai, no entanto, não contribuiu com uma música para ela lançar na carreira. "Ela já tinha herdado uma carga simbólica importante. Ela precisava encaminhar a originalidade dela", diz Gil na série. "Ela precisava achar a turma dela nesse sentido (risos)". Capa nua A estreia, com o disco Prêt-à Porter, em 2003, e toda a polêmica em torno da capa do disco é um ponto importante do episódio. Na época, Preta deixou-se fotografar nua para estampar o álbum, o que gerou uma comoção na mídia, que sempre citava o fato de ela ser filha do então ministro da cultura. O próprio Gil é confrontado com sua reação na época, quando falou que a atitude dela foi desnecessária. "O único questionamento que fiz não era moral. Era muito fácil aquela coisa 'tira a roupa e pronto', isso significa já estar à frente. Eu lembro que Caetano dizia: 'o nu virou uma farda", disse o músico, admitindo que pode ter sido egoísta. Namorada A bissexualidade de Preta é mostrada com depoimentos de amigos, como Ivete Sangalo, que conta o dia que ela, chorando, disse que gostava de meninas e tinha medo de amiga se decepcionar com isso. "Tô nem aí, eu quero é te amar", conta Ivete, sobre o que falou para ela. Ana Carolina, que compôs "Sinais de fogo" para Preta, disse que ela tensionou o tempo em que viveu. "Abriu janelas de liberdade para muita gente", disse Ana.

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