Pai mata esposa e seis filhos a tiros nos EUA; casa foi incendiada depois

Homem mata esposa e 6 filhos a tiros nos EUA; casa foi incendiada depois do crime
Resumo Um homem matou a esposa e os seis filhos a tiros e depois tirou a própria vida em Grand Haven Township, no estado de Michigan, nos EUA. O que aconteceu Autoridades do Condado de Ottawa disseram que as oito pessoas encontradas mortas em uma casa na semana passada morreram por ferimentos de arma de fogo. A polícia afirmou que as mortes da mulher, Amanda Karolkiewicz, de 39 anos, e das seis crianças, de cinco a 15 anos, foram tratadas como homicídios, enquanto o homem, Kristopher Karolkiewicz, de 47, foi apontado como autor e teve a morte classificada como suicídio. Investigadores afirmam que o incêndio na residência começou depois dos assassinatos e teria sido provocado em diferentes pontos do imóvel. "A investigação até este ponto mostra que isso foi um homicídio seguido de suicídio, com o incêndio tendo sido iniciado após os assassinatos", disse o capitão Jake Sparks, da Polícia do Condado de Ottawa, em entrevista coletiva. Corpo de bombeiros foi chamado na sexta-feira (24) após relatos de fumaça saindo da casa, na Riverside Trail, e encontrou a família dentro do imóvel. A polícia informou que todos os seis filhos estavam em seus quartos e que os animais de estimação da família morreram por causa da fumaça do incêndio. Polícia disse não ter indícios de luta dentro da casa e afirmou que não trabalha com a hipótese de outros suspeitos. Questionado sobre sinais de confronto, Sparks respondeu: "Não que a nossa investigação tenha encontrado." Como a comunidade reagiu Escolas da região anunciaram apoio a alunos e funcionários afetados pela tragédia. A rede Grand Haven Area Public Schools informou que vai oferecer suporte e pediu que a população evite especulações sobre o caso. Moradores montaram um memorial em frente à casa, com flores, velas, bichos de pelúcia e mensagens. A terapeuta Jo Young, que foi ao local, disse à FOX 17: "Eu quero honrar essas vidas que foram perdidas aqui, mesmo que eu não as conhecesse." Quem era a família Investigadores não divulgaram os nomes das crianças, mas informaram que quatro eram filhos biológicos do casal e duas eram adotadas. Segundo a polícia, eram quatro meninos, de 15, 12, 11 e cinco anos, e duas meninas de 11 anos. Kristopher foi vice-presidente de vendas e marketing da American Heart Association (Associação Americana do Coração) e teve o vínculo encerrado no início do mês. Em nota ao The Independent, a entidade afirmou: "Como uma organização com equipe profissional dedicada a ajudar os outros, estamos devastados com as notícias de Grand Haven, e nossos pensamentos estão com os entes queridos daqueles que perderam suas vidas nesta tragédia." Amanda era professora substituta e foi lembrada pela comunidade escolar. "Nossa filha Mandy era uma alma bondosa e dedicada que amava sua família e seus alunos. Valorizamos cada momento que tivemos com ela e seus seis filhos, e palavras não podem expressar adequadamente nossa devastação. Oramos pela paz e pelo conforto de Deus enquanto lamentamos suas mortes e honramos suas vidas", falou os pais dela à Fox News. Registros em redes sociais e em um blog antigo mostravam postagens sobre a vida em família. Em uma publicação, Kristopher escreveu: "Eu sou um cara de muita sorte", e Amanda descreveu o nascimento do primeiro filho como "o melhor dia da minha vida (até agora)." Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.
This is a summary. Read the full article at the original source.
Read full article at uol
