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Professores vão receber 12 euros por cada prova reapreciada

Professores vão receber 12 euros por cada prova reapreciada

O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, assinou esta segunda-feira, 27, um Despacho que determina o pagamento, a todos os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário de um euro por cada resposta classificada e de 12 euros por cada prova reapreciada.

Professores vão receber 12 euros por cada prova reapreciada O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, assinou esta segunda-feira, 27, um Despacho que determina o pagamento, a todos os professores classificadores dos exames nacionais do ensino secundário de um euro por cada resposta classificada e de 12 euros por cada prova reapreciada. O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, reage durante o debate de urgência, requerido pelo PCP, sobre “Exames Nacionais”, na Assembleia da República, em Lisboa, 17 de julho de 2026. MIGUEL A. LOPES/LUSA Os professores classificadores dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário vão receber um euro por cada resposta classificada e 12 euros por cada prova reapreciada, segundo um despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, esta segunda-feira, 27. O Despacho estipula igualmente que os professores vão receber 10 euros por cada prova classificada em suporte físico (Geometria Descritiva e Desenho A) e 18 euros por cada prova classificada no âmbito de reclamação. Esta medida de pagamento aplica-se às classificações da 1.a fase, da 2.a fase e da época extraordinária a realizar em setembro. Os exames realizados por cerca de 166 mil alunos na primeira fase foram feitos em papel, corrigidos pela primeira vez em formato digital na Plataforma de Classificação e Supervisão, o que implicou a sua digitalização e só depois a distribuição pelos professores para serem avaliados. A classificação digital de cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário ” exigiu, adicionalmente, a mobilização de um número significativo de docentes em cada fase de realização das provas”, justifica o Ministério em nota enviada às redações. O documento lembra que o “contexto de particular exigência” implicou “para muitos docentes trabalhar aos fins de semana e em horário noturno”, justificando a decisão de “compensar todos os professores classificadores”. A tutela inclui a medida nas políticas de valorização dos professores adotadas pelo Governo desde abril de 2024, “reconhecendo o papel central que desempenham no sistema educativo e o carácter especial da sua carreira”.

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