'Torço para essas crianças terem um total apoio para seu desenvolvimento integral', diz leitora sobre nova lei para superdotados

Superdotados "Pais veem avanço, mas temem que nova lei para superdotados fique só no papel" (Educação, 31/7). Eu dou aulas em escolas públicas municipais no estado de São Paulo, temos psicólogo dentro da escola uma vez por semana. Como professora, eu procuro oferecer para o aluno aquilo que condiz às suas habilidades, conforme a BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Torço para essas crianças terem um total apoio para seu desenvolvimento integral. Maria Aparecida Costa (São Paulo, SP) Leia mais (08/01/2026 - 21h02)
Superdotados "Pais veem avanço, mas temem que nova lei para superdotados fique só no papel" (Educação, 31/7). Eu dou aulas em escolas públicas municipais no estado de São Paulo, temos psicólogo dentro da escola uma vez por semana. Como professora, eu procuro oferecer para o aluno aquilo que condiz às suas habilidades, conforme a BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Torço para essas crianças terem um total apoio para seu desenvolvimento integral. Maria Aparecida Costa (São Paulo, SP) Práticas de escrita "IA não vale o sacrifício, não temos que saber tanta coisa assim, diz Lydia Davis" (Ilustrada, 31/7). Finalmente alguém lúcido nesse mundo de orgia tecnológica. Fernando Fleury Cecchi (São Paulo, SP) Letalidade policial "Pai de homem morto por PMs diz que absolvição é ‘discriminação por ser pobre e nascido na favela’" (Cotidiano, 31/7). O pai da vítima foi no ponto: a discriminação não é apenas da polícia, é da sociedade, ali representada pelo corpo de jurados. Leonardo Elisei de Faria (Brasília, DF) Investimento "Live Nation e Center Norte devem investir R$ 1,5 bi em arena para 21 mil pessoas em SP" (Economia, 31/7). Para uma cidade cosmopolita como São Paulo, faz falta ter um espaço construído do zero que possa receber de shows a eventos esportivos. Está na hora de termos um grande torneio de tênis, por exemplo. Só espero que estruturem bem a malha viária ao redor para não ser caótico para quem mora ali. Rodrigo Monteiro (São Paulo, SP) Violências "Elize Matsunaga não é a heroína como querem pintar" (Mariliz Pereira Jorge, 31/7). Assisti ao filme, com bela atuação da Lorena [Comparato]. As sombras de uma mulher abusada na adolescência a levam para situações paradoxais com homens na vida adulta: ou se prostitui ou busca a própria salvação num casamento cis-hetero-patriarcal com profunda diferença classista. Triste, trágico e equivocado desfecho! Elenice Gomes (Ribeirão Preto, SP)
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