Top·

Tufão Noul avança para interior da China e ativa alertas para inundações

Tufão Noul avança para interior da China e ativa alertas para inundações

O tufão Noul, enfraquecido após atingir terra no domingo na província chinesa de Cantão, continuava a representar hoje um risco de chuvas fortes e inundações no sul e centro do país.

O tufão Noul, o décimo segundo tufão do ano segundo a nomenclatura chinesa, tocou terra pelas 03h50 hora local de domingo (20h50 TMG de sábado) na localidade de Pinghai, com ventos máximos de 45 metros por segundo. O Centro Meteorológico Nacional indicou no domingo que o sistema enfraqueceu após a entrada em terra e avançava para norte-noroeste pelo interior de Cantão, no sul da China, com previsão de penetrar no sul de Hunan durante a madrugada hoje. As autoridades mantiveram alertas para chuvas torrenciais e condições meteorológicas convectivas severas, com acumulações extremas previstas em pontos das províncias de Cantão, Jiangxi (centro) e Hunan (centro), além de ventos fortes nas zonas costeiras do sul da China. Em Cantão, o serviço hidrológico provincial informou que, até ao final da tarde de domingo, hora local, onze rios e treze estações hidrológicas tinham ultrapassado os níveis de alerta. Hunan ativou no domingo uma resposta de emergência de terceiro nível nas suas catorze cidades e prefeituras, face à chegada das chuvas associadas ao tufão, com previsões entre 80 e 200 milímetros no leste e norte da província, e máximos locais superiores a 300 milímetros. Na região semiautónoma de Hong Kong, onde o observatório reduziu no domingo os sinais de ciclone tropical à medida que o Noul se afastava em direção ao interior de Cantão, as autoridades registaram 21 feridos, 29 abrigos temporários abertos e mais de 300 relatos de árvores caídas. O tráfego aéreo continua a ser afetado, embora sem cancelamentos em larga escala hoje: de acordo com dados da Feichangzhun consultados esta manhã, hora local, os aeroportos de Cantão, Macau e Shenzhen operavam normalmente, enquanto o de Hong Kong registava atrasos de pequena escala. O Noul motivou o realojamento de mais de 750.000 pessoas no sudeste da China e a atribuição de 100 milhões de yuanes (12,95 milhões de euros) para trabalhos de recuperação. O mês de julho foi marcado na China por uma sucessão de catástrofes naturais, com, pelo menos, 39 mortos devido às chuvas associadas ao tufão Maysak em Guangxi (sul), 21 mortos num deslizamento de terra em Gansu (noroeste), 11 mortos devido a tempestades e tornados em Hubei (centro) e novas vítimas este fim de semana devido a inundações e desmoronamentos no norte e noroeste do país. Leia Também: Sudeste da China em alerta máximo devido à chegada do tufão Noul

This is a summary. Read the full article at the original source.

Read full article at noticiasaominuto