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UBS tem lucro de US$ 2,8 bilhões no 2o trimestre, alta de 16,9% em um ano

UBS tem lucro de US$ 2,8 bilhões no 2o trimestre, alta de 16,9% em um ano
Source:uol

UBS tem lucro de US$ 2,8 bilhões no 2o tri, alta de 16,9% em um ano

Resumo O UBS teve lucro líquido de US$ 2,8 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 16,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, informou nesta quarta-feira o banco suíço, formado pela fusão com o Credit Suisse. Destaques do trimestre - Lucro líquido: US$ 2,80 bilhões (+16,9%) - Margem financeira: US$ 2,40 bilhões (+22,0%) - Retorno sobre capital: 15,4% (+1,9 p.p.) - Ativos de crédito problemáticos: 1,0% da carteira (+0,1 p.p.) O lucro antes de impostos do UBS somou US$ 3,59 bilhões no trimestre, salto de 63,9% ante o mesmo período de 2025. Excluindo efeitos contábeis da aquisição do Credit Suisse e custos da integração, o resultado foi de US$ 3,89 bilhões, alta de 44,9%. Segundo a companhia, o avanço veio de crescimento equilibrado em todas as áreas de negócio, com destaque para a gestão de fortunas e o banco de investimento. A receita total do banco cresceu 13,1% em um ano, para US$ 13,70 bilhões no trimestre. No banco de investimento, a receita subjacente da unidade de mercados globais somou US$ 3,01 bilhões, alta de 31% — recorde para um segundo trimestre, impulsionada pelo melhor desempenho já registrado em ações, serviços de execução e financiamento, segundo o UBS. O índice de eficiência, medido na relação entre despesas e receitas, melhorou para 72,9% no trimestre, ante 80,5% um ano antes. O banco atribui a melhora à integração com o Credit Suisse. O banco somou mais US$ 1,1 bilhão em cortes de custos no período, elevando a economia acumulada desde o fim de 2022 a US$ 12,6 bilhões — mais de 90% da meta de cerca de US$ 13,5 bilhões sendo prevista para o fim de 2026. Mais de 90% dos sistemas de TI herdados do Credit Suisse já saíram de uso, e cerca de 70% foram totalmente desativados, diz o banco. O índice de capital principal (CET1), que mede a solidez do banco, ficou em 14,4% ao fim de junho, estável em um ano. A companhia afirma que a posição de capital, acima da meta de cerca de 14% do próprio UBS, permite seguir destinando recursos a crescimento e à devolução de capital aos acionistas: além de dividendo crescendo em ritmo de dois dígitos médios no ano, o UBS concluiu em julho um programa de recompra de ações e mantém outro, de até US$ 3 bilhões, que pretende concluir até o fim do segundo trimestre de 2027. Os ativos sob gestão do banco somaram US$ 7,33 trilhões ao fim de junho, recorde histórico e alta de 10,7% em um ano. A unidade de gestão de fortunas recebeu US$ 36 bilhões em novos ativos líquidos no trimestre, e a gestora de recursos captou US$ 6 bilhões, segundo o UBS. O que diz o UBS O banco diz que a integração com o Credit Suisse, iniciada há quase três anos, começa a dar retorno aos acionistas. "Os fortes resultados do segundo trimestre e a geração saudável de capital fortaleceram ainda mais nosso balanço para todas as estações", diz Sergio Ermotti, CEO do UBS. No primeiro semestre de 2026, o UBS lucrou US$ 5,84 bilhões, alta de 42,9% sobre o mesmo intervalo de 2025. O lucro antes de impostos do semestre somou US$ 7,43 bilhões, ante US$ 4,33 bilhões um ano antes. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

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